O córtex pré-frontal — responsável por raciocinar, nomear emoções e entender causas — continua se desenvolvendo até os 25 anos. Na infância, a criança não consegue verbalizar "estou com raiva porque me sinto excluído." Mas ela consegue brincar isso. E é exatamente aí que a terapia acontece.
Acompanho o que a criança escolhe brincar, como usa os materiais, o que evita e como reage. Cada comportamento é uma janela para o mundo interno dela.
Quando necessário, entro na brincadeira de forma orientada, criando situações que ajudam a criança a elaborar conflitos, medos e emoções de forma natural e segura.
Interpreto o que o brincar está revelando e crio as condições para que a criança desenvolva recursos emocionais a partir dessa linguagem que já é dela.
Medos excessivos, dificuldade de separação, preocupações frequentes.
Problemas de concentração, recusa escolar, dificuldades de aprendizado.
Birras intensas, agressividade, dificuldade de lidar com limites e frustrações.
Separação dos pais, nascimento de irmão, mudança de cidade ou escola.
Dificuldade de fazer amigos, retraimento social, baixa autoestima.
Seu filho parece carregar algo que não consegue colocar em palavras.
Felicidade e bem-estar emocional
Luto, perda e validação
Limites, frustrações e injustiça
Proteção e ansiedade
Valores e aversão