🌿 Atendimento a Adolescentes · 13 a 18 anos

O filho que você conhecia ainda está aí.

A adolescência transforma profundamente, para o filho e para os pais. Acompanho famílias nessa travessia, oferecendo um espaço de escuta para o adolescente e pontes de reconexão para os pais que sentem que perderam o filho que conheciam.

Katia Valins

Não é você. Não é ele. É a fase.

O distanciamento que você está sentindo não é fracasso da sua relação, é parte do desenvolvimento natural do adolescente. O cérebro adolescente está literalmente sendo reconstruído, e isso afeta humor, vínculos, identidade e como ele se relaciona com vocês. Reconhecer essa complexidade é o primeiro passo para atravessá-la juntos.

A abordagem

Três caminhos para reconectar

Trabalho com o adolescente respeitando seu espaço e ritmo, e com a família construindo as pontes que essa fase exige. Não é "consertar" o filho, é caminhar junto enquanto ele se descobre.

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Acolher

Crio um espaço onde o adolescente pode falar sem julgamento, sem correção e sem pressa. Para muitos, é a primeira vez que sentem isso fora de casa — e às vezes, em qualquer lugar.

Para você, pai/mãe: Ele pode demorar a se abrir. Esse silêncio inicial não é resistência — é o que precisa acontecer para a confiança se construir.
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Compreender

Junto com o adolescente, exploramos o que ele está sentindo, vivendo e tentando entender sobre si mesmo. Identidade, vínculos, ansiedade, conflitos — tudo cabe nesse espaço.

Para você, pai/mãe: Esse processo de autodescoberta é interno e leva tempo. Os resultados aparecem aos poucos, no jeito dele se relacionar e se posicionar.
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Reconectar

Ofereço orientações e ferramentas concretas para que vocês, pais, possam construir novas pontes de comunicação respeitando essa nova fase — sem sufocar, mas sem se afastar.

Para você, pai/mãe: Reconexão não é voltar a ser como antes. É construir uma relação nova, adequada ao adolescente que ele está se tornando.
Sinais de que é hora

Quando vale buscar apoio especializado?

Você não precisa esperar uma crise. Se reconhece sua família em algumas dessas situações, vale conversar.

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O quarto fechado

Seu filho passou a se isolar. As conversas viraram monossílabos. O quarto está sempre fechado.

😰

Ansiedade que não cessa

Crises de ansiedade, preocupação excessiva com escola, futuro, aparência ou aceitação social.

💢

Explosões emocionais

Reações desproporcionais, irritabilidade constante ou crises de choro sem motivo aparente.

"Quem é meu filho?"

Mudanças bruscas de comportamento, gostos ou círculo social que deixam você sem reconhecer quem ele se tornou.

🌫️

Desânimo persistente

Falta de interesse em coisas que antes gostava, cansaço constante, desmotivação com escola e amigos.

⚖️

Conflitos em casa

Brigas frequentes sobre limites, regras e autonomia que parecem não levar a lugar nenhum.

Para os pais: vocês não estão sozinhos

Criar um adolescente é uma das fases mais complexas da maternidade e paternidade. Sentir-se perdido, frustrado ou sem saber o que fazer não significa que você está falhando, significa que você está atravessando algo que exige outras ferramentas.

Buscar ajuda não é sinal de fraqueza. É sinal de que você se importa o suficiente para procurar caminhos quando os de antes não funcionam mais.

Sobre confidencialidade: respeito o espaço do adolescente — o que ele compartilha em sessão é dele. Mas mantenho vocês informados sobre o processo terapêutico e comunico tudo que for relevante para o cuidado dele. Essa confiança é o que faz a terapia funcionar.

Dúvidas frequentes

Tirando suas principais dúvidas

E se meu filho não quiser fazer terapia? +
É comum. Adolescentes muitas vezes resistem inicialmente — não por mal, mas porque é uma fase de afirmação de autonomia. A primeira sessão geralmente é com vocês, pais, para entendermos o contexto e definirmos a melhor forma de apresentá-la a ele. Combinamos a abordagem: às vezes é melhor esperar, às vezes é hora de propor com firmeza e acolhimento.
O que ele te conta fica entre vocês? +
Sim. A confidencialidade é o que torna a terapia possível — sem ela, o adolescente não se abre. O que ele compartilha é dele. Mas mantenho vocês informados sobre o processo e comuniquei imediatamente qualquer situação que envolva risco real à integridade dele ou de outros. Isso é combinado com transparência desde a primeira sessão.
Quanto tempo dura o processo? +
Cada caso é único. Não existe um número fixo de sessões predefinido. O processo é construído de acordo com as necessidades e o ritmo do adolescente. Em geral, processos terapêuticos com adolescentes duram alguns meses a alguns anos, com sessões semanais.
Vocês vão ter sessões com a gente, pais? +
Sim, regularmente — embora com menos frequência do que com o adolescente. São momentos para alinhar percepções, oferecer orientações práticas e construir juntos as pontes de comunicação que a família precisa. Para acompanhamento mais aprofundado dos pais, indico o serviço de Orientação de Pais.
Atendimento online ou presencial? +
Ambos. Para muitos adolescentes, o online funciona muito bem — eles costumam ter mais facilidade com a tela. Conversamos sobre a melhor modalidade para o seu filho na primeira conversa.
Como começar? +
A primeira conversa é com vocês, pais — sem o adolescente. Nela, entendemos o contexto da família, o que está acontecendo, e definimos juntos os próximos passos. É uma conversa sem compromisso, para vermos se faz sentido seguir.
Próximo passo

Pronto para começar?

A primeira conversa é com vocês, pais. Um espaço sem compromisso para entendermos juntos o que está acontecendo e como posso ajudar sua família.